Parque Cultural Florata investe em energia limpa com foco em sustentabilidade e preservação - Elysium Sociedade Cultural

Complexo de usinas fotovoltaicas reforça compromisso ambiental do espaço administrado pela Elysium Sociedade Cultural, em Santo Antônio de Goiás

A busca por práticas sustentáveis e alinhadas à preservação ambiental tem levado empresas e instituições a investirem cada vez mais em fontes renováveis de energia. Em Santo Antônio de Goiás, a cerca de 30 quilômetros de Goiânia, o Parque Cultural Florata transformou esse compromisso em uma ação concreta ao implantar um complexo de usinas fotovoltaicas que já é considerado um dos maiores projetos privados de geração de energia solar do município.

Administrado Elysium Sociedade Cultural, o Parque Cultural Florata iniciou o projeto em 2022, com a instalação da primeira usina solar. O investimento inicial foi de R$ 600 mil, financiado integralmente pelo Sicoob Engecred. Wolney Unes, diretor-técnico da instituição, conta que a iniciativa nasceu da filosofia ambiental adotada pelo parque, que tem na preservação da natureza um de seus principais pilares. “Atualmente, o complexo conta com três usinas fotovoltaicas em operação, capazes de gerar juntas aproximadamente 31 mil kWh por mês”, destaca.

A primeira unidade, a Usina Florata 1, entrou em funcionamento em novembro de 2022. O sistema possui 192 módulos e capacidade de geração estimada em 13 mil kWh mensais. Wolney explica que com o crescimento das demandas energéticas e os resultados positivos obtidos, o parque decidiu ampliar o projeto. “Em setembro de 2024, entrou em operação a Usina Florata 2, com capacidade de geração de cerca de 10 mil kWh mensais. Já em outubro do mesmo ano foi ligada a Usina Florata 3, que produz aproximadamente 8 mil kWh por mês.

Com capacidade conjunta de geração de aproximadamente 31 mil kWh por mês, o volume de energia produzido mensalmente seria suficiente para abastecer cerca de 172 residências com consumo médio de 180 kWh por mês, demonstrando a dimensão do projeto sustentável implantado pela Elysium Sociedade Cultural. “Além de reduzir impactos ambientais e contribuir para a descarbonização, o complexo solar reforça o compromisso do parque com práticas sustentáveis e alinhadas aos critérios ESG”, explica Pedro Carim, engenheiro civil da instituição.

Segundo o gerente administrativo do Parque Cultural Florata, David Lúcio Lemos, o investimento vai além da redução de custos operacionais e reforça o posicionamento ambiental defendido pelo empreendimento. “O Florata nasceu com a proposta de unir cultura, natureza e sustentabilidade. Investir em energia solar foi uma decisão alinhada à nossa missão de preservação ambiental e responsabilidade socioambiental. Hoje conseguimos produzir energia limpa para atender toda a demanda do parque, reduzindo impactos ambientais e contribuindo diretamente para a descarbonização”, destaca.

Além disso, todos os equipamentos Elysium em Goiás utilizam-se de energia produzida no parque, o que representa grande economia de recursos, frente ao custo da energia fornecida pelas concessionárias. Essa economia de energia no escritório técnico e na sede é repassada aos clientes e parceiros da Elysium.

David afirma que os resultados obtidos desde a implantação da primeira usina incentivaram a ampliação do projeto com novas estruturas fotovoltaicas. “Percebemos que o retorno ambiental e operacional era extremamente positivo. Por isso ampliamos o sistema com outras duas usinas menores, fortalecendo ainda mais nossa autonomia energética. É um investimento que demonstra que desenvolvimento e preservação podem caminhar juntos”, afirma.

“Hoje as pessoas buscam empreendimentos comprometidos com práticas sustentáveis. A adoção da energia solar reforça nossa credibilidade e mostra que é possível manter um espaço voltado ao turismo, cultura e lazer com responsabilidade ambiental real”, completa David.

O avanço do Parque Florata acompanha a expansão da energia solar em Goiás. Dados da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar) apontam que o Estado já ultrapassou 1,7 gigawatt (GW) de potência instalada em geração distribuída, modelo em que o próprio consumidor produz sua energia por meio de painéis solares.

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